7 Fundamentos para Empreender com Visão e Bem-Estar.

Aqui você encontrará 7 princípios fundamentais para empreender com qualidade de vida.

Preciso de Investimento para o Meu Projeto Startup!

Por quê? (Introdução)

Dica - Entenda a Demanda pelo Seu Produto.

Um conceito de extrema importância para todos os empreendedores.

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Startup Entrevista - PlataformaTec

Conheça um pouco mais da PlataformaTec em uma entrevista com Marcelo Park, um dos fundadores da empresa.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Startup Entrevista - VIZIR

Monitorando redes sociais e repensando estratégias de negócios

O processo de iniciação, startup ou early stage de um negócio, na maioria das vezes não é muito fácil. Recentemente entrevistei Antonio Anderson Souza, sócio fundador do VIZIR e trago para vocês em primeira mão algumas lições tiradas deste empreendedor.

O VIZIR é uma empresa que, se assim podemos dizer, trabalha no modelo SaaS (Software as a Service) através de uma plataforma de monitoramento de redes sociais. Então, por exemplo, se a marca Tostines iniciou atividades de marketing digital nas redes sociais, mas tem dúvidas quanto ao que isso pode gerar, ela contrata os serviços do VIZIR para monitorar sua marca nas principais redes sociais como Facebook, Twitter e Orkut, para que assim ela compreenda melhor a repercussão que cada ação de marketing teve sobre seu público online.

Mas o início do VIZIR não foi e não está sendo tão simples. Em minha entrevista com Antonio, que você confere a seguir, um dos pontos que destaco mais brevemente é a respeito da adoção de um modelo de negócios.



Flexibilidade no modelo de negócio adotado

Originalmente os planos do VIZIR não eram ser uma ferramenta de monitoramento de redes sociais, mas sim uma apenas uma desenvolvedora web. Contudo, devido ao crescimento dos tipos de aplicações e de serviços na internet os sócios fundadores encontraram um nicho que poderiam atuar, que é o de monitoramento de redes sociais.

Apesar de já existirem concorrentes, por causa da experiência dos sócios a decisão de seguir por este caminho foi “mais fácil”. Mesmo assim, o modelo ainda não está totalmente consolidado, pois o espírito empreendedor de Antônio sabe que sem um diferencial competitivo será difícil ganhar escala de mercado e se destacar frente aos concorrentes.

Portanto, sua meta fica sendo, no curto-prazo, tornar se uma ferramenta conhecida pelos profissionais que necessitam dela, mas sem restringir o atual modelo de negócio frente a outras possibilidades que surjam para alavancar e diferenciar o empreendimento. Enquanto isso, para enfrentar a dura realidade de necessidade de fluxo de caixa, o VIZIR presta outros serviços de desenvolvimento web.

Bootstrapping

Outro ponto que achei interessante, é o fato de terem usado o método bootstrapping para investimento inicial na empresa. Esta forma de capitalização consiste em levantar recursos com os sócios e até mesmo amigos e parentes para iniciar o negócio. Antonio comenta que, mesmo que conseguisse investidor, poderia não valer muito a pena, pois se um negócio que é muito recente estiver num modelo que não será bem sucedido por ser fácil de replicar, o empreendedor acaba por prejudicar sua imagem ao vender uma idéia não muito boa. Uma vantagem que ele vê ao fazer bootstrapping, é o empreendedor se obriga a otimizar o uso de recursos, aumentando a filtragem na tomada de decisão com os gastos, já que estes parecerão doer mais, pois são recursos saídos de seu próprio bolso.

Dica de leitura: REWORK

Antonio deixou uma valiosa dica de leitura que recomendo, é o livro Rework, escrito por Jason Fried e David Heinemeier Hansson, sócios fundadores da empresa 37signals, ficou famosa pela criação do sistema Basecamp, criado para uso interno da empresa para gerenciar projetos e posteriormente disponibilizado como produto, ao ser notada a demanda por este tipo de serviço.

Os capítulos foram definidos como forma a repensar a sua empresa (e por isso o nome do livro é “Rework”). Fazem parte do livro: “Takedowns” (quebrando barreiras, numa tradução livre), “Go”, “Progress”, “Productivity”, “Competitors”, “Evolution”, “Promotion”, “Hiring” (contratações), “Damage Control” (tratando os problemas), “Culture”.

Abaixo, para aqueles que quiserem ler o livro em primeira mão, ele está disponível no Scribd em sua língua original, inglês.


quinta-feira, 3 de março de 2011

Dica - Seja a regra e não a exceção

Fácil é pensarmos que podemos ser ou que somos a exceção naquilo que fazemos, contudo temos de ficar atentos, pois ao final das contas, a regra de startups comuns eqüivale a 99% dos casos, sendo que apenas 1% se torna o nosso atual Google, Facebook, Twitter.

Não estou sendo pessimista, apenas realista, pois eu mesmo já me perguntei: “Se o Twitter e muitas outras antigas startups, que hoje são sucesso inicialmente não planejavam ser grandes como são, por que será que eu deveria?”. A resposta é simples, eles são uma exceção e não a regra dos modelos de startups.

As empresas mais conhecidas hoje (ex-startups) podem até nos inspirar, porém temos que ter em mente que cada um trilha seu próprio caminho e se estiver em seu coração ter um negócio independente do retorno financeiro, vá em frente, mas assumindo os riscos que enfrentará e as dificuldades que está disposto a passar (comida, água, internet e roupas tem um preço não se esqueça).

O oposto deve valer como dica também. Se você investe tempo, planejamento, desenvolvimento demorado e busca recursos financeiros, não significa que não possa ser uma grande startup de sucesso, mas apenas significa que você prefere minimizar a probabilidade de falência do seu negócio.

Seja sim um empreendedor sonhador, mas sonhe até onde a realidade alcança.

Este artigo foi inspirado no artigo publicado no site do TechCrunch, “Sorry Entrepreneurs: You’re Probably the Rule, Not the Exception


quarta-feira, 2 de março de 2011

[Infográfico] Internet na Índia

A internet já está relativamente bem inserida no cotidiano do brasileiro, segundo informações F/Nazca, 54% costuma acessar a internet (81,3 milhões de pessoas), que apesar de ser um alto grau de penetração da internet no Brasil, se compararmos com a Índia ficamos facilmente para trás.

Notemos contudo, no Infográfico abaixo, que apesar da baixa penetração, os indianos são uma população muito superior a brasileira, numericamente falando, pois este percentual representa 100 milhões de pessoas acessando a internet na Índia. Os números indianos se tornam ainda mais surpreendentes quando falamos do Facebook, onde seus usuários já chegam a 10% deste total, mostrando novamente seu potencial de crescimento nas redes sociais. [Clique na imagem para visualizar melhor.]


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