7 Fundamentos para Empreender com Visão e Bem-Estar.

Aqui você encontrará 7 princípios fundamentais para empreender com qualidade de vida.

Preciso de Investimento para o Meu Projeto Startup!

Por quê? (Introdução)

Dica - Entenda a Demanda pelo Seu Produto.

Um conceito de extrema importância para todos os empreendedores.

Conheça o Gerador de Idéias do Startup Diário.

Inspire-se!

Startup Entrevista - PlataformaTec

Conheça um pouco mais da PlataformaTec em uma entrevista com Marcelo Park, um dos fundadores da empresa.

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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Startup Entrevista - Beeqo

A rede social para freelancers

Ultimamente tenho visto que as causas que levam as pessoas a empreenderem são as mais diversas, entretanto o que mais me chamou a atenção nesses últimos tempos é quando queremos empreender para resolver algum problema que é o nosso problema.

Não foi muito diferente com Eduardo Farias, idealizador e fundador e uma nova rede social brasileira, o Beeqo.com (sim, pronuncia-se “bico”). Diferente do LinkedIn, o Beeqo não é uma rede social voltada para o mundo corporativo, mas sim com foco em melhorar o networking dos profissionais liberais (freelancers) e facilitar que estes sejam encontrados no mercado.

Problema, idéia e público-alvo

Eduardo é professor de matemática e dava aulas particulares. Então para divulgar seu trabalho ele conversava com outras pessoas e ia divulgando seu trabalho no boca-a-boca, contudo busca por trabalho na vida de um profissional liberal (ou freelas) não é tão simples, já que este depende inteiramente de seus contatos para que possa ser contratado, normalmente por recomendação.

Apesar de saber que já existem dezenas de redes sociais, Eduardo resolveu se aventurar no mundo do empreendedorismo sem nem mesmo saber muito como empreender, mas ele estava pensando mesmo em resolver o seu problema e o de muitos profissionais liberais, permitindo que eles se exponham e recebam recomendações por outras pessoas.

Estruturando o negócio, ou seja, as pessoas

Idealizador de mais um modelo de rede social profissional, o fundador do Beeqo.com não tinha nenhum conhecimento em programação e nenhum nome formado no mundo das startups, mostrando que se queremos empreender não basta apenas ter a idéia, mas também ter uma equipe capaz de executá-la com sucesso.

Por isso, depois de sua idealização e de colocar um pouco no papel, Eduardo partiu para passos práticos, contratando uma equipe de desenvolvedores e posteriormente recrutando uma boa equipe para o negócio. Foi aí que se juntou ao Beeqo, Artur Casals, Daniel Famano e Carlos arruda, cada um especializado nas áreas de tecnologia, finanças e gestão de negócios, respectivamente.

Assim como Diego Borin Reeberg do Catarse falou em sua entrevista ao Startup Diário, “no fim das contas, negócios são sobre pessoas” e assim também Eduardo se preocupa em trazer pessoas de potencial para seu negócio e também estar sempre atento a opinião das pessoas sobre o Beeqo, mantendo canais como Twitter e Facebook abertos para receber feedback dos usuários.

Sugestão de Livro para Empreendedores (TO-BE)

Um dos Best-sellers modernos que em algumas livrarias até fica guardado na seção de auto-ajuda, “O Monge e o Executivo”, é este livro que Eduardo deixa como sugestão para quem quer empreender.

Pensando na máxima de que todos empreendedores devem aprender a liderar e a lidar com pessoas, este é um livro que pode ajudar muitos empreendedores a reverem seus conceitos sobre liderança e obter como resultado maior motivação sobre sua equipe.

O livro evoca bastante a questão de que liderar não é gerenciar, mas servir os seus liderados guiando-os pelos caminhos certos e se sacrificando para que todos possam estar sempre motivados, objetivando sempre alcançar as metas estabelecidas pela empresa.

Segundo o autor: "Liderança é a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir aos objetivos identificados como sendo para o bem comum."

Esse de fato é um livro que nós do Startup Diário também recomendamos. E se você tem uma sugestão de livro para empreendedores, algo que te ajudou bastante ou se você é empreendedor de sucesso ou que fracassou um dia e não tem vergonha de compartilhar sua expêriencia, envie-nos um email para contato@startupdiario.com.br contando sua história, quem sabe você vira notícia aqui no site.

Grande abraço!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Startup Dicas - Business ou E-Business?


Compra online também traz conforto
Você ainda acha que a internet é uma onda passageira? Ou que as redes sociais como Facebook, Orkut e Twitter não têm utilidade para o mundo corporativo? Você realmente acha que as pessoas confiam mais numa propaganda exibida na televisão ou num banner estático do que na opinião expressa de pessoas que já compraram o produto? E você acha que a maior parte dos consumidores de sua localidade preferem ir ao estabelecimento comprar um produto do que comprar sem sair de casa?

Se você respondeu sim para as perguntas acima, sugiro que você faça uma pesquisa com seus consumidores e leia um pouco mais sobre o assunto comportamento dos consumidores brasileiros, e-commerce e sobre o poder da internet.

Para te ajudar a ter uma noção melhor do impacto causado pela internet no comportamento dos consumidores, um estudo realizado pela Burson-Marsteller revela que a penetração das empresas norteamericanas e européias nas mídias sociais chega a 89% e 84%, respectivamente.

A internet aumentou a capacidade dos usuários emitirem uma opinião e desta ser vista por centenas/milhares de pessoas, além disso a percepção expressa que as pessoas têm dentro das atividades de um grupo é um marketing boca-a-boca "gratuito" e que pode ir mais longe do que no mundo off-line.

O Ibope realizou a pesquisa TG.net com internautas e constatou que mais de 66% dos consumidores online realizaram de uma a cinco compras nos últimos seis meses e 30% gastaram, pelo menos, R$ 224. Enquanto isso, a superintendente de Marketing da ACSP, Sandra Turchi, afirmou com números a importância das empresas estarem presentes na internet; um milhão de pessoas acessam a internet pela primeira vez todos os dias e, a cada segundo, um novo blog é criado. E um dos principais números é de que 43% dos internautas recomendam produtos para outros usuários nas redes sociais.

Segundo a Camara-e net (como informou o Portal IG) o número de consumidores subiu de 17 milhões para 23 milhões de pessoas, mais de 10% da população brasileira. E o e-commerce fechou 2010 com um faturamento de cerca de R$15 bilhões, sendo que só no natal esse valor chegou a R$2,2 bilhões, aumento de 40% frente a 2009.
Do outro lado de nossas fronteiras, o Departamento de Comércio dos Estados Unidos divulgou um estudo em (17/02) mostrando que as vendas efetuadas pelo no e-commerce totalizaram US$165,4 bilhões em 2010 naquele país, crescimento de 14,8% em relação aos 144,1 bilhões de dólares reportados em 2009. Com este resultado o mercado de comércio eletrônico alcança participação de 7,6% do total faturado no varejo dos Estados Unidos.
Além de auxiliar no aumento do fluxo de caixa da empresa e facilitar o marketing do produto com o mercado, as mídias sociais podem também reduzir consideravelmente o custo com o famoso SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor), facilitando ainda na criação de um sistema CRM (Customer Relationship Management) mais preciso.
Pense, você ainda vai ficar de fora do e-business? Ou, mais especificamente, do e-commerce?

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Startup Dicas - Onde se posicionar nas redes sociais [Infográfico]

No início do ano o CMO.com, que fornece insights sobre marketing digital, publicou o seu guia anual sobre o "cenário social" de 2010 e como os diferentes objetivos puderam ser atingidos através das diversas redes sociais.

Foram analisadas as principais redes sociais do mundo: Facebook, Twitter, Flickr, LinkedIn, Youtube, Digg, StumbleUpon, Reddit e Tumblr. E considerados as seguintes dimensões para análise:
  • Verificar se comunicação com o consumidor pode ser considerada interativa, com grandes números de interações tanto mensagens de entrada (do usuário para a empresa), quanto de saída (da empresa para o usuário);
  • Boa e fácil exposição da marca, de acordo com o tipo de conteúdo que pode ser fornecido e a forma como os usuários poderão interagir uns com os outros a respeito (como o "Retweet" e os "Share");
  • Geração de tráfego para o site, como o Digg tem feito muito bem em muitos países com o compartilhamento de links de notícias.
  • Otimização com os diversos buscadores (Google principalmente), que é de extrema importância, pois hoje são os maiores responsáveis por tráfego para muitos sites.
Este estudo serve para mostrar que você pode usar cada rede social com um objetivo e não apenas gerar tráfego para o site de sua empresa e qual a melhor característica que foi notada em 2010 de cada uma.

Lembrando que o Brasil acaba por se diferenciar, pois dentre as redes sociais citadas ficou faltando o Orkut, que é hoje a rede social mais usada pelos brasileiros e está entre os três sites mais acessados no país, apenas perde para o Google.com.br e o Google.com. Segundo números do ComScore de novembro de 2010, apenas um em cada 4 brasileiros acessam o Facebook, enquanto que os outros 3 acessam o Orkut.

Sendo assim, deixo mais uma dica, quaisquer números globais que você analisar para tomar decisões estratégicas lembre-se de trazê-los para um contexto local e ver se as afirmações permanecem verdadeiras. Além disso, pesquise tendencias, pois apesar dessa superioridade do Orkut, seu crescimento foi cerca de dez vezes menor que o do Facebook em 2010.

Abaixo um infográfico sobre a eficácia de cada uma das redes sociais pesquisadas. Para visualizar melhor, clique na imagem com o botão direito e salve a imagem no seu computador.


segunda-feira, 14 de março de 2011

Startup Entrevista - VIZIR

Monitorando redes sociais e repensando estratégias de negócios

O processo de iniciação, startup ou early stage de um negócio, na maioria das vezes não é muito fácil. Recentemente entrevistei Antonio Anderson Souza, sócio fundador do VIZIR e trago para vocês em primeira mão algumas lições tiradas deste empreendedor.

O VIZIR é uma empresa que, se assim podemos dizer, trabalha no modelo SaaS (Software as a Service) através de uma plataforma de monitoramento de redes sociais. Então, por exemplo, se a marca Tostines iniciou atividades de marketing digital nas redes sociais, mas tem dúvidas quanto ao que isso pode gerar, ela contrata os serviços do VIZIR para monitorar sua marca nas principais redes sociais como Facebook, Twitter e Orkut, para que assim ela compreenda melhor a repercussão que cada ação de marketing teve sobre seu público online.

Mas o início do VIZIR não foi e não está sendo tão simples. Em minha entrevista com Antonio, que você confere a seguir, um dos pontos que destaco mais brevemente é a respeito da adoção de um modelo de negócios.



Flexibilidade no modelo de negócio adotado

Originalmente os planos do VIZIR não eram ser uma ferramenta de monitoramento de redes sociais, mas sim uma apenas uma desenvolvedora web. Contudo, devido ao crescimento dos tipos de aplicações e de serviços na internet os sócios fundadores encontraram um nicho que poderiam atuar, que é o de monitoramento de redes sociais.

Apesar de já existirem concorrentes, por causa da experiência dos sócios a decisão de seguir por este caminho foi “mais fácil”. Mesmo assim, o modelo ainda não está totalmente consolidado, pois o espírito empreendedor de Antônio sabe que sem um diferencial competitivo será difícil ganhar escala de mercado e se destacar frente aos concorrentes.

Portanto, sua meta fica sendo, no curto-prazo, tornar se uma ferramenta conhecida pelos profissionais que necessitam dela, mas sem restringir o atual modelo de negócio frente a outras possibilidades que surjam para alavancar e diferenciar o empreendimento. Enquanto isso, para enfrentar a dura realidade de necessidade de fluxo de caixa, o VIZIR presta outros serviços de desenvolvimento web.

Bootstrapping

Outro ponto que achei interessante, é o fato de terem usado o método bootstrapping para investimento inicial na empresa. Esta forma de capitalização consiste em levantar recursos com os sócios e até mesmo amigos e parentes para iniciar o negócio. Antonio comenta que, mesmo que conseguisse investidor, poderia não valer muito a pena, pois se um negócio que é muito recente estiver num modelo que não será bem sucedido por ser fácil de replicar, o empreendedor acaba por prejudicar sua imagem ao vender uma idéia não muito boa. Uma vantagem que ele vê ao fazer bootstrapping, é o empreendedor se obriga a otimizar o uso de recursos, aumentando a filtragem na tomada de decisão com os gastos, já que estes parecerão doer mais, pois são recursos saídos de seu próprio bolso.

Dica de leitura: REWORK

Antonio deixou uma valiosa dica de leitura que recomendo, é o livro Rework, escrito por Jason Fried e David Heinemeier Hansson, sócios fundadores da empresa 37signals, ficou famosa pela criação do sistema Basecamp, criado para uso interno da empresa para gerenciar projetos e posteriormente disponibilizado como produto, ao ser notada a demanda por este tipo de serviço.

Os capítulos foram definidos como forma a repensar a sua empresa (e por isso o nome do livro é “Rework”). Fazem parte do livro: “Takedowns” (quebrando barreiras, numa tradução livre), “Go”, “Progress”, “Productivity”, “Competitors”, “Evolution”, “Promotion”, “Hiring” (contratações), “Damage Control” (tratando os problemas), “Culture”.

Abaixo, para aqueles que quiserem ler o livro em primeira mão, ele está disponível no Scribd em sua língua original, inglês.


sábado, 26 de fevereiro de 2011

Startup - Social Commerce: O que é?

Anos atrás vieram os sites para divulgação de serviços e produtos, depois começou a onda do e-Commerce, onde os produtos reais passaram a ser negociados no mercado virtual. Posteriormente os modelos de e-Commerce começaram a se desenvolver baseados nas possibilidades existentes no mundo offline e criando novos modelos que apenas funcionam (ou funcionam melhor) no mundo online, mais conhecido como internet. Resta-nos compreender agora o que é essa nova dinâmica do Social Commerce.

O Social Commerce é a convergência criada entre plataformas de comércio eletrônico (e-Commerce), que permitem a compra de produtos no site das próprias empresas, e as redes sociais (social networks), utilizadas como plataformas para interação social, facilitadora da propagação de pensamentos e opiniões, onde barreiras são rompidas para ampliar seus relacionamentos pessoais e profissionais.

O S-Commerce é utilizado principalmente objetivando a exposição de produtos no meio digital, através do boca-a-boca dentro dos grupos em que as pessoas "vivem" virtualmente, facilitando assim o processo de decisão de compra dos influenciados, tornando aquele que emite uma opinião um influenciador.

Hoje essas plataformas (s-comerce) podem ser operacionalizadas através de ferramentas de e-Commerce dentro das redes sociais, como as Fan Pages do Facebook em que as empresas podem criar seu site dentro do Facebook integrado com seu sistema de e-commerce, permitindo aos usuários "curtirem" os itens que estão expostos. Como exemplo uso a fan page do rapper Lil Wayne, com mais de 20 milhões de fãs, onde permite a compra desde camisetas até ingressos para os shows.

Uma outra maneira simplista de social commerce é a de permitir a interação e emissão de opinião dos consumidores no próprio site de e-Commerce das empresas, trazendo assim mais transparência e uma certa influência na decisão de compra, mesmo que esta influência seja menor do que a operacionalização descrita anteriormente.

Por isso, podemos dizer que o social commerce permite alguns tipos de atividades, como (1) mostrar a opinião das pessoas que já compraram os produtos, (2) dar nota aos produtos, (3) compras num ambiente de relacionamentos virtuais, (4) recomendações e referências, que hoje é o core-product (o principal) das mídias sociais, (5) grupos relacionados ao produto ou marca, permitindo interatividade entre as pessoas de mesmo gosto, a exemplo as próprias Fan Pages e (6) aplicativos que reforçam a interação e a lembrança da marca na mente dos usuários.

Este artigo é baseado na apresentação de Paul Marsden que se encontra abaixo e pretendo ainda explicar algumas idéias expostas nela.


quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Startup Dicas - 2011 ano do Social Commerce? [Infográfico]

Este é um ligeiro ponta pé inicial para tentar motivar todos empreendedores a buscar o Social Commerce como canal de vendas, não se preocupe com a conceituação exata do termo, pois intuitivamente sabemos que seu significado é o comércio realizado através de redes sociais.

Em recente artigo publicado pela IAB - Interactive Advertising Bureau - Claudete Tavares, diretora comercial de mídia digital do Grupo RBS e presidente do comitê Regional Sul do IAB Brasil, alerta as empresas sobre a ascenção do Social Commerce no Brasil.

Segundo Tavares, em março de 2010 havia apenas um site no modelo social commerce no Brasil e ao final do ano já eram contabilizados mais de 1000. Ela diz que, assim como 2010 foi o ano da explosão dos sites de compra coletivas, que hoje somam mais de 1000 websites deste tipo, 2011 deve ser o ano da explosão do Social Commerce, seja ele via Facebook (F-Commerce), Twitter ou Orkut, além das redes menos conhecidas como o Empreendemia, que trabalha muito no B2B.

Abaixo um infográfico básico sobre o que marcou a atividade empresarial no Social Commerce em 2010:


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