7 Fundamentos para Empreender com Visão e Bem-Estar.

Aqui você encontrará 7 princípios fundamentais para empreender com qualidade de vida.

Preciso de Investimento para o Meu Projeto Startup!

Por quê? (Introdução)

Dica - Entenda a Demanda pelo Seu Produto.

Um conceito de extrema importância para todos os empreendedores.

Conheça o Gerador de Idéias do Startup Diário.

Inspire-se!

Startup Entrevista - PlataformaTec

Conheça um pouco mais da PlataformaTec em uma entrevista com Marcelo Park, um dos fundadores da empresa.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Startup Entrevista - Ewiks

Produza, publique e venda seus próprios cursos na internet!

O forte crescimento da internet nos últimos anos tem levado os empreendedores a pensar nos mais diversos modelos de negócio e dos mais inovadores. Além de transferirem os serviços que hoje são offline para um modelo virtual, passaram a inovar a ponto de criar modelos ainda mais diferentes que não poderiam ser executados sem o uso massivo da internet. Dentre esses modelos novos estão os diversos formatos de serviço de e-learning (serviços educacionais via internet).

Recentemente, entrevistei José Rodolpho Bernardoni, jovem empreendedor, fundador do Ewiks.Confira abaixo algumas lições e dicas sobre a história desse novo negócio.

Empreendedorismo de impacto social

Uma das coisas mais claras para mim durante a entrevista é a paixão e a ânsia por disseminação de seu negócio dentre os produtores de conteúdo.

O Ewiks é uma plataforma web criada para facilitar a criação, publicação e venda de materiais educacionais. Por meio dela o usuário pode criar uma apostila, uma apresentação ou um vídeo educacional de sua área de conhecimento e publicá-la na internet, ficando assim disponibilizada para que qualquer pessoa que queira, compre este material, fazendo com que o produtor do conteúdo consiga uma renda extra sem precisar recorrer a uma editora para publicar materiais de sua autoria.

Apresentada a atividade do Ewiks, basta dizer que o principal objetivo e desafio de José Rodolpho Bernardoni é conseguir montar um negócio lucrativo para ele, mas principalmente para seus usuários, que podem ser desde professores de universidades até um pequeno fazendeiro da região norte que ensina como gerenciar melhor uma fazenda.

Execução do negócio

A idéia para o Ewiks surgiu em meados de 2008 e seu projeto foi um dos finalistas do Desafio Brasil da FGV (Fundação Getúlio Vargas), contudo, devido a escassez de recursos (financeiros e temporais), José Rodolpho e Leonardo, os dois sócios idealizadores só começaram a executar o projeto no início de 2010.

Muitos empreendedores pensam que é fácil tomar a decisão de abandonar um emprego fixo numa empresa e sair empreendendo, porém os fundadores do Ewiks, antes de abandonarem seus empregos para empreender, eles deixaram o projeto bem redondo e começaram a testar a recepção do mercado, apresentando o conceito em eventos como TechCrunch50 e falando com possíveis investidores.

Foi somente em março de 2010, após uma sinalização aparentemente positiva de um grupo de Angel Investors, que José Rodolpho decidiu utilizar o que ele e o sócio tinham de recursos e passou a trabalhar tempo integral no Ewiks.

Mesmo sem saber se conseguiriam o investimento eles arriscaram e depois de seis meses sem resposta alguma dos possíveis investidores, veio a confirmação de que assinariam os papéis para receberem o aporte de recursos em setembro de 2010, “coincidentemente” o mesmo mês em que se esgotariam os recursos que aplicaram inicialmente.

Após a capitalização

Hoje, aproximadamente seis meses depois José Rodolpho diz que, mesmo que seu sócio ainda não possa se dedicar tempo integral ao negócio, já possui uma equipe de seis pessoas e na busca por mais dois desenvolvedores.

Mas o que ele percebe é que a capacidade de gerenciamento dele aumentou bastante, a organização das atividades da empresa se tornaram mais eficientes, graças as exigências do Conselho por relatórios de controle mais específicos e as metas estão sendo definidas e buscadas mais claramente.

Sugestão de leitura

Desde a idéia do projeto até a sua execução atual, José Rodolpho Bernardoni diz que ainda vem aperfeiçoando o modelo de negócio. Sua sugestão deixada foi o livro Business Model Generation (clique para download da prévia ou veja mais abaixo), que aparentemente não temos em português.

Este livro apresenta de forma bem instrutiva e intuitiva passos para o entendimento, o desenvolvimento, a construção, a implementação e a melhoria de um modelo de negócios eficiente.

Além do fato de possuir muitos infográficos e mapas intuitivos para um planejamento prático, outra aspecto interessante do livro, é que ele foi escrito em co-creation, ou seja, colaborativamente criado, por mais de 470 pessoas de mais de 45 países.


sábado, 26 de março de 2011

[Infográfico] A história do WordPress

Como fator de curiosidade, achei que valia mencionar o caso WordPress, que se destacou frente ao seu maior concorrente, o Blogger, até hoje por seu diferencial, que é a alta qualidade de seus templates (layouts) padrões e o painel de adminstração extremamente completo, apesar de muitas limitações impostas em sua versão gratuita e a necessidade de seu usuário conhecer melhor as linguagens de programação HTML e PHP, principalmente o usuário Premium.

Em breve, pretendo contar um pouco mais da história dos blogs, que também um dia foram empresas startups, porém neste momento gostaria apenas de mostrá-los alguns números do WordPress e de sua grandeza no mundo. Aliás, só como fasto curioso que vão notar abaixo, o WP faz referência a músicos de Jazz durante toda sua história de desenvolvimento [não consegui descobrir o motivo com exatidão].

Sendo assim, fica a dica aos empreendedores de plantão, ao montarem suas empresas nunca se esqueçam de definir claramente qual o seu diferencial competitivo, pois é assim que os consumidores poderão identificar um motivo para comprar o seu produto/serviço e não o do concorrente.

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segunda-feira, 21 de março de 2011

Dicas - Estratégia de como usar o Social Commerce

Como falamos anteriormente sobre a conceituação do Social Commerce, deve se ter em mente que com ele as marcas podem aumentar o alcance de seu branding dentro de grupos específicos e evidenciar ainda mais a qualidade de seus produtos por meio dos comentários a respeito do uso dos produtos, mas mais importante do que isso são alguns pontos estratégicos que podem ser adotados:
  1. Monetizar o uso das redes sociais: muitos ainda questionam a eficácia das ações de marketing, imagine então o quanto duvidam da monetização da presença das empresas nas redes sociais. Contudo, este paradigma já foi quebrado a algum tempo e já é nítido o retorno que pode ser obtido com elas, principalmente depois da introdução do social commerce;

  2. O item anterior já da solução aos questionamentos sobre o ROI (Return On Investment) obtido com o investimento financeiro e temporal no uso dessas redes sociais. Foi isso também que o S-Commerce tornou possível de mensurar, pois agora existe fluxo positivo de caixa vindo deste meio;

  3. Gerar expectativas de mercado: Por meio das redes sociais as empresas podem fazer uma ação de marketing pré-lançamento permitindo aos consumidores que mais desejam o produto reservarem o seu previamente. O que facilita muito a expectativa de consumo que o mercado gerou e até mesmo compreender quais os benefícios esperados através da monitoração dessas redes.

  4. Impulsionar as vendas de seu e-commerce, principalmente quando o empresário já começava a desacreditar no potencial da internet, o que teoricamente não acontece hoje.

  5. Aumentar a lealdade teórica dos consumidores, proporcionando experiências diferenciadas aos membros das redes.

  6. Ativar o verdadeiro valor embutido no marketing boca-a-boca, por meio das referências entre as pessoas na rede. O que em tese é extremamente fácil, já que as redes sociais possuem ferramentas próprias para disseminação de conteúdo. Para quem acompanhou, o Facebook inclusive aperfeiçoou o seu "like" button permitindo inclusão de propaganda no item curtido, conforme as palavras usadas, inserindo uma imagem de acordo com a palavra patrocinada que foi compartilhada com outros usuários.

  7. Diferenciar-se dos competidores também seria um atributo, contudo hoje o marketing digital não é tão grande diferencial, o que muda é a forma como você irá impactar o ambiente ao seu redor. A Diesel implantou em uma de suas lojas na Europa o Diesel Cam, no qual após provar uma roupa, o cliente pode tirar uma foto e publicá-la no Facebook com comentários, mesmo sem comprá-la, gerando assim um buzz positivo para a marca e fazendo o consumidor se sentir bem socialmente.
Paul Marsden também sugere o uso da estratégia LEAD (Listen, Experiment, Apply, Develop) adaptada da original estratégia do grupo McKinsey. Esta estratégia deve ser levada em consideração dado o baixo nível de exploração das possíveis estratégias no social commerce, sendo assim considerado um lugar de ações e reações ainda desconhecidos.

Inicialmente sugere-se monitorar a atividade online de seus competidores, para saber qual é a estratégia que eles tem adotado e buscando quais objetivos com quais ferramentas, além disso analisar bem qual tem sido a abordagem deles no social commerce e no e-commerce e o impacto que vem sendo causado nos consumidores e usuários da rede.

Depois disso pode-se partir para o segundo passo e começar a experimentar algumas formas de criar um user-experience e transformar a forma como eles interagem com sua marca socialmente. Contudo, vá devagar e experimente começar a utilizar ferramentas das redes sociais em seu site direcionando o usuário para sua página nas redes que pretende utilizar e após ter nitidez nos seus objetivos nas redes sociais e mais clareza em como poderá impactar os usuários e aumentar a taxa de conversão de compras utilize, aplique projetos trial (versão de testes) em poucos usuários e depois de medir os resultados, veja se consegue criar o mesmo projeto em uma escala muito maior. Marsden sugerer ainda como parte da aplicação da estratégia definida, ter bem claro o que você entregando de valor ao cliente (o entregável) e o que você quer conseguir de valor (indicações de sua marca, de seu produto, aumento nas vendas de seu e-commerce ou das visitas em sua loja física, ajudar na decisão de compra) e evite dificultar a experiência dos usuários com longos cadastros, downloads, além de considerar o uso de promoções ou ações exclusivas para as redes sociais que você se inseriu.

Para "finalizar" mantenha um desenvolvimento constante de suas ações nas social networks, para acompanhar o surgimento de novas tecnologias e ferramentas e aumentar cada vez mais o valor entregue ao cliente, mas também tenha foco em como você consegue ganhar com as novas tecnologias online, como a formação de um CRM, experimentar a sensação que o mercado tem com o lançamento de um novo produto e podendo ainda lucrar com a prestação de serviços (B2B ou B2C).

Portanto, você empreendedor que ainda não se aventurou nas redes sociais, analise as ações de seus concorrentes, pense, experimente e amplie a escala de suas estratégias integrando-as também com experiências no mundo real (como foi o caso da Diesel).

Espero que eu tenha conseguido refletir para vocês o que é possível agregar da apresentação de Paul Marsden que vocês podem conferir abaixo.


segunda-feira, 14 de março de 2011

Startup Entrevista - VIZIR

Monitorando redes sociais e repensando estratégias de negócios

O processo de iniciação, startup ou early stage de um negócio, na maioria das vezes não é muito fácil. Recentemente entrevistei Antonio Anderson Souza, sócio fundador do VIZIR e trago para vocês em primeira mão algumas lições tiradas deste empreendedor.

O VIZIR é uma empresa que, se assim podemos dizer, trabalha no modelo SaaS (Software as a Service) através de uma plataforma de monitoramento de redes sociais. Então, por exemplo, se a marca Tostines iniciou atividades de marketing digital nas redes sociais, mas tem dúvidas quanto ao que isso pode gerar, ela contrata os serviços do VIZIR para monitorar sua marca nas principais redes sociais como Facebook, Twitter e Orkut, para que assim ela compreenda melhor a repercussão que cada ação de marketing teve sobre seu público online.

Mas o início do VIZIR não foi e não está sendo tão simples. Em minha entrevista com Antonio, que você confere a seguir, um dos pontos que destaco mais brevemente é a respeito da adoção de um modelo de negócios.



Flexibilidade no modelo de negócio adotado

Originalmente os planos do VIZIR não eram ser uma ferramenta de monitoramento de redes sociais, mas sim uma apenas uma desenvolvedora web. Contudo, devido ao crescimento dos tipos de aplicações e de serviços na internet os sócios fundadores encontraram um nicho que poderiam atuar, que é o de monitoramento de redes sociais.

Apesar de já existirem concorrentes, por causa da experiência dos sócios a decisão de seguir por este caminho foi “mais fácil”. Mesmo assim, o modelo ainda não está totalmente consolidado, pois o espírito empreendedor de Antônio sabe que sem um diferencial competitivo será difícil ganhar escala de mercado e se destacar frente aos concorrentes.

Portanto, sua meta fica sendo, no curto-prazo, tornar se uma ferramenta conhecida pelos profissionais que necessitam dela, mas sem restringir o atual modelo de negócio frente a outras possibilidades que surjam para alavancar e diferenciar o empreendimento. Enquanto isso, para enfrentar a dura realidade de necessidade de fluxo de caixa, o VIZIR presta outros serviços de desenvolvimento web.

Bootstrapping

Outro ponto que achei interessante, é o fato de terem usado o método bootstrapping para investimento inicial na empresa. Esta forma de capitalização consiste em levantar recursos com os sócios e até mesmo amigos e parentes para iniciar o negócio. Antonio comenta que, mesmo que conseguisse investidor, poderia não valer muito a pena, pois se um negócio que é muito recente estiver num modelo que não será bem sucedido por ser fácil de replicar, o empreendedor acaba por prejudicar sua imagem ao vender uma idéia não muito boa. Uma vantagem que ele vê ao fazer bootstrapping, é o empreendedor se obriga a otimizar o uso de recursos, aumentando a filtragem na tomada de decisão com os gastos, já que estes parecerão doer mais, pois são recursos saídos de seu próprio bolso.

Dica de leitura: REWORK

Antonio deixou uma valiosa dica de leitura que recomendo, é o livro Rework, escrito por Jason Fried e David Heinemeier Hansson, sócios fundadores da empresa 37signals, ficou famosa pela criação do sistema Basecamp, criado para uso interno da empresa para gerenciar projetos e posteriormente disponibilizado como produto, ao ser notada a demanda por este tipo de serviço.

Os capítulos foram definidos como forma a repensar a sua empresa (e por isso o nome do livro é “Rework”). Fazem parte do livro: “Takedowns” (quebrando barreiras, numa tradução livre), “Go”, “Progress”, “Productivity”, “Competitors”, “Evolution”, “Promotion”, “Hiring” (contratações), “Damage Control” (tratando os problemas), “Culture”.

Abaixo, para aqueles que quiserem ler o livro em primeira mão, ele está disponível no Scribd em sua língua original, inglês.


quinta-feira, 3 de março de 2011

Dica - Seja a regra e não a exceção

Fácil é pensarmos que podemos ser ou que somos a exceção naquilo que fazemos, contudo temos de ficar atentos, pois ao final das contas, a regra de startups comuns eqüivale a 99% dos casos, sendo que apenas 1% se torna o nosso atual Google, Facebook, Twitter.

Não estou sendo pessimista, apenas realista, pois eu mesmo já me perguntei: “Se o Twitter e muitas outras antigas startups, que hoje são sucesso inicialmente não planejavam ser grandes como são, por que será que eu deveria?”. A resposta é simples, eles são uma exceção e não a regra dos modelos de startups.

As empresas mais conhecidas hoje (ex-startups) podem até nos inspirar, porém temos que ter em mente que cada um trilha seu próprio caminho e se estiver em seu coração ter um negócio independente do retorno financeiro, vá em frente, mas assumindo os riscos que enfrentará e as dificuldades que está disposto a passar (comida, água, internet e roupas tem um preço não se esqueça).

O oposto deve valer como dica também. Se você investe tempo, planejamento, desenvolvimento demorado e busca recursos financeiros, não significa que não possa ser uma grande startup de sucesso, mas apenas significa que você prefere minimizar a probabilidade de falência do seu negócio.

Seja sim um empreendedor sonhador, mas sonhe até onde a realidade alcança.

Este artigo foi inspirado no artigo publicado no site do TechCrunch, “Sorry Entrepreneurs: You’re Probably the Rule, Not the Exception


quarta-feira, 2 de março de 2011

[Infográfico] Internet na Índia

A internet já está relativamente bem inserida no cotidiano do brasileiro, segundo informações F/Nazca, 54% costuma acessar a internet (81,3 milhões de pessoas), que apesar de ser um alto grau de penetração da internet no Brasil, se compararmos com a Índia ficamos facilmente para trás.

Notemos contudo, no Infográfico abaixo, que apesar da baixa penetração, os indianos são uma população muito superior a brasileira, numericamente falando, pois este percentual representa 100 milhões de pessoas acessando a internet na Índia. Os números indianos se tornam ainda mais surpreendentes quando falamos do Facebook, onde seus usuários já chegam a 10% deste total, mostrando novamente seu potencial de crescimento nas redes sociais. [Clique na imagem para visualizar melhor.]


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